.A vida é escrita com coisas simples e coisas complexas.
Não adianta querer tornar complexas as simples. É igualmente inútil pretender considerar como simples as que são complexas.
O que fazer com as simples? Bem faremos se as deixarmos como são.
E o que fazer com as complexas? Bem, as respostas não são simples.
Primeiramente, devemos saber que as coisas complexas são complexas, certamente um reconhecimento que exige uma boa dose de coragem.
Quando alguém nos pede para desatar um nó múltiplo, depois de ter sucumbido diante de tanta complexidade, devemos saber o que nos espera.
Depois, devemos buscar os caminhos que possibilitem uma compreensão ampla do problema a ser resolvido. Tendo estudado o assunto, comecemos a desmontá-lo, com o plano de ação desenhado. A maioria dos problemas tem solução, mas nem todos se desfazem da noite para o dia.
Neste caso, temos que nos lembrar, todos os minutos, que a solução de problemas complexos demanda muita paciência, virtude que quem não tem terá que desenvolver, se quiser vencer as questões complexas da experiência humana.
Há ainda uma possibilidade, que é aceitar que há problemas tão complexos que não têm solução. Este é o caso, por exemplo, daquele cônjuge que vê uma doença tão complexa como o Alzheimer apagando aos poucos a quem tanto amou. Só lhe resta orar (mesmo não sabendo bem o que pedir) e cuidar.
Fonte: prazerdapalavra.com.br
Nenhum comentário:
Postar um comentário